A. Sérgio Barroso: Guerras Híbridas

Blog do Renato

O golpe de Estado na Bolívia alinha-se na tipologia do que passou a ser conceituado como “guerra híbrida” [1] – e dá lugar a um banho de sangue. É que, na teoria que a sustenta, a mistura ou passagem das chamadas “revoluções coloridas” à “guerra não convencional” confluem de uma estratégia unificada à “guerra híbrida”.

Conforme Darc Costa,

Pode-se considerar que a guerra híbrida é um conflito no qual todos os agressores exploram todos os modos de guerra, simultaneamente, empregando armas convencionais avançadas, táticas irregulares, tecnologias agressivas, terrorismo e criminalidade, visando desestabilizar a ordem vigente em um Estado Nacional”. [2]

A combinação de atos (milícias irregulares, desordem criminal organizada, guerra convencional), apoiados na manipulação midiática/redes sociais, ciber-ataques, vias diplomáticas e de espionagem perseguem a desestabilização, seguida da “troca de regime” (regime change). Claros acontecimentos esses estruturados e pensados há tempo, na Bolívia. [3]

As operações em geral se iniciam…

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