Fetiche teórico para “educadores”

blog da Revista Espaço Acadêmico

ELOÉSIO PAULO*

eloesio

Se alguém buscar seriamente entender a falência do sistema educacional brasileiro, provavelmente vai esbarrar, em algum momento, na ideologia que o domina há umas boas décadas. Entre os males que o regime militar legou ao país, um dos maiores foi provocar, nas lideranças políticas e culturais que emergiam no início dos anos 1980, essa espécie de formação reativa meio paranoica contra qualquer ideia de autoridade, tão bem expressa no Estatuto da Criança e do Adolescente, um diploma legal cheio de boas intenções e transbordante de efeitos perversos suficientemente mensuráveis. O ECA atualiza e amplifica uma mentalidade complacente que remonta à teoria de Rousseau a respeito do “bom selvagem”, e esta figura com destaque entre as origens da mencionada ideologia, a qual, em três décadas, parece ter galgado todos os degraus até as instâncias decisórias culminantes do MEC. Chegou mesmo antes do mais novo ideólogo ministerial Alexandre Frota.

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