Mendes reúne base de Temer para criticar fim das doações empresariais – Portal Vermelho

Nesta quinta-feira (30), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, que preside o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ofereceu um café da manhã para membros da base aliada do governo provisório de Michel Temer (PMDB), entre eles os senadores Renan Calheiros (PMDB-AL), Romero Jucá (PMDB-RR) – ambos investigados pela Lava Jato – e Ricardo Ferraço (PSDB-ES).

Fonte: Mendes reúne base de Temer para criticar fim das doações empresariais – Portal Vermelho

“Escola sem partido”: imposição da mordaça aos educadores

blog da Revista Espaço Acadêmico

GAUDÊNCIO FRIGOTTO*

Fonte: http://www.brasil247.com/pt/247/brasilia247/235315/Escola-Sem-partido-quer-tomar-conta-da-Comiss%C3%A3o-de-Educa%C3%A7%C3%A3o.htm Fonte:  Brasília 247 

Ao cidadão atento e preocupado com a educação no Brasil, especialmente a básica, poderá perceber um processo de crescente desmanche do que a define pela Constituição Brasileira: um direto social e subjetivo.  Para metade da juventude brasileira, em plena segunda década do Século XXI, nega-se a etapa final da educação básica, o ensino médio e os que o alcançam o fazem em condições precárias. Mutila-se, assim, a perspectiva de futuro tanto da cidadania ativa quanto as possibilidades de integrarem-se ao mundo do trabalho de forma qualificada.

Tão preocupante ou mais, tem sido o processo de desqualificar a educação pública, único espaço que pode atender ao direito universal da educação básica, pois o mundo privado é o mundo do negócio. Esta desqualificação não foi inocente, pelo contrário, abriu o caminho para a gestão privada ou com critérios privados da escola pública mediante institutos privados…

Ver o post original 1.351 mais palavras

Janaína foge do debate e Lindbergh reage: A senhora não engana ninguém – Portal Vermelho

Com a tese do pedido de impeachment derretendo, os seus defensores tentam mudar de assunto para fugir do debate sobre os fundamentos. Na sessão desta terça-feira (27), a advogada Janaína Paschoal, uma das autoras do pedido de impeachment, resolveu tirar satisfações com o senador Lindbergh Farias (PT-RJ) por ele ter dito a jornalistas que o juiz Paulo Bueno de Azevedo, da Justiça Federal de São Paulo, que pediu a prisão do ex-ministro Paulo Bernardo, é seu orientando no doutorado.

Fonte: Janaína foge do debate e Lindbergh reage: A senhora não engana ninguém – Portal Vermelho

Sede nacional do PT é atacada, uma pessoa foi detida – Portal Vermelho

O dirigente do PT, Alexandre Padilha, postou no Twitter uma foto da fachada da sede nacional do PT dizendo que ela foi atacada: “Sede nacional do @ptbrasil atacada durante a madrugada. Escuridão sobre a tolerância e democracia”.

Fonte: Sede nacional do PT é atacada, uma pessoa foi detida – Portal Vermelho

Goiás: Secretaria entrega educação ao Banco Mundial

Publicado em por

A Secretaria de Estado da Educação fez reunião com 22 Organizações Sociais interessadas na terceirização das escolas de Goiás sob comando do Banco Mundial, para preparar estas OS para que participem do chamamento destinado a implantar as escolas charters a partir de agosto deste ano. A Secretaria está firmando um acordo com o Banco Mundial para assessorar a implantação das escolas charters em Goiás.

Com a ilusão de que a Secretaria poderá controlar o mercado de charters, Goiás abre as portas para a introdução de um modelo que julga menos virulento. Logo se verá no que ele se transformará e o que vem atrás dele, outros modelos aportarão por aqui, alavancados por Fundações privadas que financiarão seu desenvolvimento com o objetivo de acelerar o controle político e ideológico das escolas – verdadeiro objetivo em jogo.

“Técnico do Banco Mundial, Alex Medler está desde o dia 13 de junho em Goiânia trabalhando com a equipe da Seduce na troca de experiências educacionais e na discussão sobre o modelo novo a ser implantado em Goiás.
Um dos três formatos de escola charter é a gestão por entidades sem fins lucrativos, o que mais se assemelha ao modelo pensado para as 23 escolas da Subsecretaria Regional de Anápolis. “Elas são definidas como escolas públicas, não cobram mensalidade de alunos, possuem mais flexibilidade do que as escolas tradicionais e são monitoradas e acompanhadas pelo governo. Elas precisam fazer, por exemplo, 50 relatórios anuais da evolução, aprendizagem e resultados. Aqui em Goiás, o conceito segue a mesma linha”, explicou Alex.
O técnico ainda falou sobre a motivação dos EUA em implementar a escola charter, as mudanças nas escolas, o debate com a comunidade e a proficiência dos alunos. “Um dos vários motivos citados foi a criação de uma escola melhor, mais próxima da comunidade e que preparasse o aluno para uma vida acadêmica. Percebemos que as escolas charter apoderaram a comunidade e que o grupo mais beneficiado com esse modelo de gestão foi a população de risco, aqueles mais vulneráveis”, respondeu.”

A Secretaria de Educação de Goiás e o Banco Mundial deixam de lado toda a pesquisa americana que apresenta os problemas com as escolas charters. Goiás, envolve-se em uma tentativa de corrigir erros das charters nos Estados Unidos. Ao invés de ver nos erros um perigo para as escolas brasileiras, Goiás arrisca sua rede tentando otimizar uma ideia que tem inúmeros problemas onde nasceu e que em 25 anos não foram solucionados. Apenas uma em cada quatro escolas charters é melhor do que uma escola pública nos Estados Unidos. Além disso, é sabido que estas escolas têm aumentado a segregação escolar.

Veja aqui entrevista com especialista americano Dwight Holmes. Destaco abaixo alguns trechos da entrevista feita pela minha colega Nora Krawczyk e publicada em Carta Capital.

“É importante entender que existem duas grandes categorias de escolas charter. Existem as chamadas “Mamãe & Papai Charter”, escolas sem fins lucrativos iniciadas por educadores locais ou líderes comunitários e geridas de forma independente. E existem as escolas charter que são parte de uma “organização de gestão da educação” (Education Management Organization, em inglês), muitas dessas consideradas “cadeias nacionais”. Algumas delas são organizações sem fins lucrativos, enquanto outras indiretamente acabam sendo puro business. Atualmente, cerca de 60% de todas as escolas charter são independentes (Mamãe e Papai) e 40% são administradas por contrato com organizações de gestão da educação, sendo metade organizações com fins lucrativos.
Evidentemente também há aspectos condenáveis em parte das escolas do tipo Mamãe & Papai. Há casos de fraudes entre elas, e algumas são abertas por grupos interessados em se ver livres de problemas das escolas tradicionais, como alunos indisciplinados e crianças com dificuldades de aprendizagem.”

Holmes explica que as charters procuram:

 “a autorização ilimitada do número de escolas charter, a possibilidade de criar diferentes tipos de escolas charter, incluindo virtuais/on-line, e que organizações externas estejam autorizadas a gerir escolas charter. Ela quer também as escolas charter isentas das leis e convenções estaduais coletivas, evitando que os professores possam se organizar em sindicato.”
“São pouquíssimos os professores das escolas charter sindicalizados. Um dos estados onde o NEA e a Federação Americana de Professores (AFT) estão tendo algum sucesso nas campanhas para organizar os professores das escolas charter é Nova Jersey. Mas isso tem preocupado bastante a associação das escolas charter local, principalmente pelas condições deploráveis de trabalho dos professores e porque os professores não têm voz nas escolas charter.”

O autor ainda destaca a discrepância salarial que nas públicas é de 46.273 dólares e nas charters é 38.459 dólares anuais.

“Além disso, as cadeias nacionais de escolas charter deixam muito pouco nas mãos dos professores sobre o que, como e quando ensinar. A maioria delas utilizam currículos estruturados e orientados para o teste. Os professores são obrigados a usar apostilas, produzidas de forma centralizadas para todo o país.”
“No curto e médio prazo, com certeza [as escolas charters são inevitáveis]. Em parte, porque elas preenchem uma demanda social e uma parte dessas escolas são bem-sucedidas. Mas principalmente porque elas servem aos interesses políticos de capturar o máximo de orçamento da educação pública para o lucro privado e de minar os professores e seus sindicatos. Isso é muito sério porque exacerba ainda mais as desigualdades já existentes em nosso sistema de educação pública e serve como uma distração para os passos reais necessários para melhorá-la.”

Leia a entrevista toda aqui.

Para saber mais sobre o que está sendo ignorado pela Secretaria e pelo Banco Mundial em Goiás, veja aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui. Você ainda pode encontrar mais informações na tag charters, neste blog.

Guilherme Boulos: onde está o “rombo” da Previdência – Portal Vermelho

O governo interino de Michel Temer anunciou para as próximas semanas o envio de um projeto de Reforma da Previdência ao Congresso Nacional. A proposta capitaneada por Henrique Meirelles deve incluir idade mínima para aposentadoria e aplicação das novas regras já aos trabalhadores na ativa. Por Guilherme Boulous*, site Outras Palavras

Fonte: Guilherme Boulos: onde está o “rombo” da Previdência – Portal Vermelho

FUP denuncia ataque midiático e golpista que visa entregar o pré-sal – Portal Vermelho

A Federação Única dos Petroleiros (FUP) divulgou uma carta aberta na qual critica o ‘bombardeio midiático’ sofrido pela Petrobras desde 2003. Para a entidade, os ataques nada têm a ver com o combate à corrupção e buscam, sim, ‘fragilizar a estatal brasileira e com isso justificar a entrega do Pré-Sal’.

Fonte: FUP denuncia ataque midiático e golpista que visa entregar o pré-sal – Portal Vermelho